George Benson é um daqueles nomes que você precisa ouvir com calma, porque cada nota conta uma parte da história. Ele nasceu em 22 de março de 1943, em Pittsburgh, nos Estados Unidos, e virou um dos maiores nomes do jazz, do soul, do pop e do R&B. Sua guitarra tem som limpo, leve e cheio de alma. Além disso, sua voz suave fez músicas como Give Me the Night e This Masquerade passarem por gerações.
O mais curioso é que George Benson não ficou preso em um só estilo. Ele começou no jazz, brilhou como guitarrista e, depois, ganhou o mundo como cantor. Essa mistura fez seu nome chegar a públicos bem diferentes. Quem gosta de técnica se encanta com seus solos. Quem busca boas canções se prende ao seu timbre. Por isso, entender sua vida ajuda você a ver como talento, treino e visão podem mudar uma carreira.
Ao longo dos anos, George Benson trabalhou com músicos enormes, como Quincy Jones, Al Jarreau, Earl Klugh e Joe Farrell. Ele também gravou discos que marcaram época, ganhou Grammys e ajudou a levar o jazz para rádios mais populares. Se você quer descobrir por que ele é tão citado por guitarristas, cantores e fãs de música boa, vale seguir até o fim. Há detalhes que mostram como um artista vira lenda sem perder sua essência.
A trajetória de George Benson também ensina algo simples: sucesso não vem só de dom. Ele tocou desde criança, passou por clubes, bandas, estúdios e fases de mudança. Em alguns momentos, precisou provar que podia cantar e tocar no mesmo nível. Em outros, teve que se adaptar ao gosto do público sem abrir mão da qualidade. É aí que sua história fica ainda mais útil para quem ama música ou busca inspiração.

Quem é George Benson?
George Benson é o nome artístico e verdadeiro do cantor, guitarrista e compositor George Washington Benson. Ele nasceu em 22 de março de 1943, em Pittsburgh, Pensilvânia, nos Estados Unidos. Sua altura não é um dado oficial muito usado em fontes confiáveis, então o ponto mais seguro é olhar para sua obra. E ela é enorme. Ele é conhecido por unir jazz, soul, R&B e pop com uma naturalidade rara.
A importância de George Benson vem de sua força dupla: ele é um guitarrista de alto nível e também um cantor muito marcante. Poucos artistas conseguiram brilhar nesses dois lados com tanta força. Sua forma de cantar junto com as notas da guitarra virou uma marca. Esse recurso, chamado de cantar as linhas do solo, aparece em várias gravações e virou uma das coisas mais lembradas por fãs e músicos.
Para muita gente, George Benson é a porta de entrada para o jazz. Isso aconteceu porque ele soube criar músicas elegantes, mas fáceis de ouvir. Discos como Breezin’ e Give Me the Night chegaram a um público que talvez não ouvisse jazz puro. Mesmo assim, a base técnica sempre esteve ali. Por isso, ele ganhou respeito tanto de fãs do rádio quanto de músicos que estudam harmonia, ritmo e improviso.
O artista também se tornou um símbolo de longa carreira. Ele atravessou décadas, mudou de gravadora, testou sons novos e seguiu ativo. O mais forte é que sua música não parece presa ao passado. Canções como On Broadway, Turn Your Love Around e Nothing’s Gonna Change My Love for You ainda surgem em playlists, rádios e vídeos. Isso mostra como uma boa melodia, quando bem feita, passa pelo tempo.
O que levou George Benson à carreira musical?
George Benson entrou na música muito cedo, quase como se esse caminho já fizesse parte de sua vida. Quando criança, ele cantava e tocava em lugares locais de Pittsburgh. Antes de chegar aos grandes palcos, passou por ambientes pequenos, onde o contato com o público era direto. Esse tipo de começo ensina muito, porque o artista aprende a prender atenção, sentir a reação das pessoas e melhorar a cada apresentação.
Um dos fatos mais famosos é que George Benson gravou ainda menino, usando o nome “Little Georgie”. Em 1954, ele lançou o single She Makes Me Mad, uma prova clara de que já chamava atenção muito antes da fama adulta. Esse começo precoce mostra que ele não apareceu do nada. Havia prática, coragem e uma busca real por espaço. Para quem sonha com música, essa fase é um aviso: começar pequeno também conta. As influências de George Benson vieram de grandes nomes da guitarra e do jazz. Entre os artistas que ajudaram a moldar seu som, costuma-se citar Charlie Christian e Wes Montgomery.
Ele também cresceu ouvindo blues, gospel, R&B e música popular. Essa mistura foi essencial. Em vez de copiar um só caminho, ele juntou várias fontes e criou uma voz própria. É por isso que sua guitarra soa técnica, mas também quente e humana. Outro ponto importante é que George Benson aprendeu muito tocando com músicos mais velhos e experientes. Antes da fama solo, ele passou por bandas e grupos de jazz, onde o nível de cobrança era alto. Nesses ambientes, não bastava tocar bonito. Era preciso ouvir, acompanhar, improvisar e saber o momento de aparecer. Essa escola de palco e estúdio foi decisiva para o artista virar um músico completo.
Infância e Formação
A infância de George Benson foi marcada pela música nas ruas e nos espaços locais de Pittsburgh. Ele cresceu em uma cidade com forte vida cultural, onde jazz, blues e R&B circulavam com força. Ainda pequeno, chamou atenção por cantar e tocar com segurança. Esse contato cedo com o som fez diferença. Enquanto muitas crianças viam música só como diversão, ele já tratava aquilo como uma forma real de expressão.
Antes de dominar a guitarra, George Benson teve contato com instrumentos simples, como o ukulele. Depois, a guitarra virou sua grande parceira. Ele desenvolveu uma forma muito própria de tocar, com frases rápidas, som limpo e muito balanço. Também aprendeu a usar a voz como parte do solo. Essa união entre canto e instrumento virou uma marca tão forte que muitos fãs reconhecem seu estilo em poucos segundos.
A formação de George Benson não foi feita só em sala de aula. Grande parte veio da prática, dos shows, dos discos e da troca com outros músicos. Isso é comum no jazz, um estilo em que escutar e tocar são formas de estudo. Ele aprendeu observando quem já estava na estrada. Com isso, ganhou base para tocar temas difíceis, improvisar com firmeza e ainda manter o som agradável para o público.
Além da guitarra e do canto, George Benson mostrou outra habilidade rara: saber conversar com estilos diferentes. Ele não ficou preso ao jazz tradicional. Com o tempo, entendeu o pop, o soul, a música dançante e as baladas românticas. Essa flexibilidade foi uma grande vantagem. Enquanto alguns artistas perdem força ao mudar, ele soube adaptar o som sem apagar sua identidade. Isso explica boa parte de sua longa vida artística.

Início da Carreira
O início profissional de George Benson ganhou força nos anos 1960. Um passo essencial foi sua ligação com o organista Brother Jack McDuff, um nome importante do soul jazz. Tocando com McDuff, Benson ganhou experiência real de estrada e estúdio. Essa fase ajudou a mostrar seu talento para o meio musical. Em vez de surgir direto como estrela, ele foi construindo respeito entre músicos, críticos e ouvintes atentos.
Em 1964, George Benson lançou seu primeiro álbum, The New Boss Guitar of George Benson, com participação de Brother Jack McDuff. O disco já deixava claro que ele era um guitarrista especial. Seu toque tinha energia, swing e precisão. Depois vieram trabalhos como It’s Uptown e The George Benson Cookbook, que reforçaram sua imagem no jazz. Aos poucos, ele deixou de ser promessa e passou a ser visto como nome de peso.
A recepção inicial foi muito boa dentro do circuito de jazz. George Benson chamava atenção por tocar com fluidez e por ter um senso forte de melodia. Ele não fazia solos apenas para mostrar velocidade. Suas frases tinham começo, meio e fim, quase como se ele cantasse com a guitarra. Isso facilitou a conexão com o público. Mesmo em músicas mais técnicas, havia sempre algo fácil de sentir.
Durante essa fase, George Benson também gravou para selos importantes e conviveu com músicos de alto nível. A passagem pela Columbia e, depois, pela CTI Records ampliou seu alcance. Na CTI, ele lançou discos como Beyond the Blue Horizon, White Rabbit e Bad Benson. Esses álbuns ajudaram a preparar o terreno para o grande salto comercial que viria na segunda metade dos anos 1970.
Carreira Solo e Sucessos
A carreira solo de George Benson explodiu de vez com o álbum Breezin’, lançado em 1976 pela Warner Bros. O disco foi um marco porque misturou jazz, pop e soul de um jeito elegante e acessível. A faixa This Masquerade virou um enorme sucesso e ganhou o Grammy de Gravação do Ano. Além disso, Breezin’ se tornou um dos discos de jazz mais vendidos de seu tempo.
O motivo do grande salto foi simples: George Benson mostrou que podia ser mais do que um guitarrista brilhante. Ele também era um cantor com voz suave, clara e cheia de charme. Isso abriu espaço nas rádios e levou sua música a quem talvez nunca comprasse um disco de jazz instrumental. Ao mesmo tempo, seus solos continuaram fortes. Assim, ele agradou o público popular sem perder o respeito dos músicos.
Depois de Breezin’, George Benson seguiu em alta com álbuns como In Flight, Weekend in L.A., Give Me the Night e In Your Eyes. A canção Give Me the Night, produzida por Quincy Jones, virou um clássico das pistas e das rádios. Já Turn Your Love Around mostrou sua força no pop e no R&B. Esse período colocou Benson entre os artistas mais ouvidos do fim dos anos 1970 e início dos 1980. As colaborações também foram muito importantes.
George Benson gravou com Earl Klugh no álbum Collaboration, com Joe Farrell em Benson & Farrell e com Al Jarreau em Givin’ It Up. Ele também interpretou canções que ganharam vida própria, como Nothing’s Gonna Change My Love for You. Mais tarde, essa música ficou muito famosa na voz de Glenn Medeiros, mas a gravação de Benson veio antes e segue muito querida.
George Benson na Banda
Antes de virar astro solo, George Benson teve uma fase forte tocando em grupo, em especial com Brother Jack McDuff. Ele integrou a banda do organista no começo dos anos 1960 e ali cresceu como guitarrista. Essa experiência foi essencial porque o soul jazz exigia ritmo, atenção e muito diálogo musical. Não era só tocar solos. Era preciso sustentar o som, responder aos outros instrumentos e manter o público envolvido. Na banda de Jack McDuff, George Benson tinha o papel de guitarrista.
Esse lugar deu a ele chance de mostrar técnica e personalidade. O órgão de McDuff criava uma base quente, e a guitarra de Benson entrava com frases cheias de swing. Essa combinação ajudou o jovem músico a ganhar nome. Muitos artistas passam anos até achar seu espaço, mas ele soube usar essa fase como ponte para algo maior. Além dessa fase, George Benson também liderou formações próprias, como grupos de jazz em seu nome.
Em discos do começo da carreira, é comum ver a ideia de quarteto ou grupo ligado à sua guitarra. Mesmo assim, ele nunca ficou preso a uma banda fixa como acontece no rock ou no pop. Sua história é mais ligada a projetos, sessões, parcerias e discos solo, sempre com músicos de apoio muito talentosos. Essa passagem por grupos e bandas ajudou George Benson a virar um artista mais completo. Quem toca em conjunto aprende a ouvir melhor.
Aprende também que uma música boa depende de todos, não só do destaque principal. Mais tarde, quando passou a cantar grandes sucessos, essa visão fez diferença. Seus arranjos tinham espaço, balanço e bom gosto. A base de banda nunca saiu de sua forma de fazer música.

Reconhecimento e Prêmios
George Benson recebeu um dos maiores reconhecimentos da música mundial: o Grammy. Ao longo da carreira, ele venceu 10 prêmios Grammy, segundo registros da Recording Academy. Um dos momentos mais marcantes veio com This Masquerade, que ganhou Gravação do Ano em 1977. Esse prêmio foi muito forte porque colocou um artista ligado ao jazz no centro da música popular. Poucos conseguem esse tipo de alcance.
O sucesso de George Benson também aparece nas vendas e no impacto dos discos. Breezin’ foi certificado multiplatina nos Estados Unidos pela RIAA e ajudou a mudar a visão sobre o jazz comercial. Ele provou que um disco com base instrumental sofisticada podia vender muito. Isso abriu portas para outros artistas que queriam unir qualidade musical e presença nas rádios. Seu caso virou exemplo de equilíbrio entre arte e mercado.
Em 2009, George Benson foi reconhecido como NEA Jazz Master, uma das maiores honras do jazz nos Estados Unidos. Esse título é dado pelo National Endowment for the Arts a artistas com grande valor para a história do gênero. A homenagem confirma algo que os fãs já sabiam: Benson não foi só um vendedor de discos. Ele ajudou a moldar a forma como o jazz conversa com o público amplo. O impacto cultural de George Benson é visto até hoje em guitarristas, cantores e produtores.
Sua forma de misturar técnica com leveza inspira músicos de jazz, soul, R&B e música pop. Ele também virou referência para quem quer cantar e tocar ao mesmo tempo. O mais importante é que sua obra não depende só de prêmios. Ela segue viva porque as pessoas continuam ouvindo, sampleando, estudando e compartilhando suas músicas.
Vida Pessoal
A vida pessoal de George Benson sempre foi mais discreta do que sua carreira. Ele é casado com Johnnie Lee desde 1965, uma união longa em um meio onde relações costumam sofrer com viagens e pressão. O casal tem filhos, e Benson já falou em entrevistas sobre a importância da família. Essa base parece ter ajudado o artista a manter foco, mesmo em fases de muito trabalho e exposição.
George Benson também é conhecido por sua fé. Ele se tornou Testemunha de Jeová, e essa escolha aparece em relatos públicos sobre sua vida. Para ele, a fé teve papel importante em decisões pessoais e em sua forma de encarar a fama. Isso não significa que sua música seja limitada a temas religiosos. Pelo contrário, ele sempre cantou amor, noite, alegria, perda e esperança, temas que conversam com muita gente.
Fora dos palcos, George Benson é visto como um artista calmo, cuidadoso e muito ligado à música. Sua rotina, ao longo dos anos, envolveu ensaios, gravações, shows e estudo constante. Mesmo com décadas de carreira, ele manteve a imagem de músico sério. Isso ajuda a entender por que tantos profissionais o respeitam. A fama veio, mas o centro de sua vida artística sempre pareceu ser o som.
Sobre causas sociais, George Benson costuma aparecer mais ligado a eventos, shows beneficentes e ações públicas pontuais do que a grandes campanhas pessoais. Como muitos músicos de sua geração, sua contribuição maior também está no campo cultural. Ele ajudou a aproximar públicos diferentes e mostrou que música refinada pode ser popular. Para jovens artistas negros, sua carreira também serve como sinal de força, caminho e permanência.
Curiosidades sobre George Benson
Uma curiosidade forte sobre George Benson é o começo com o nome “Little Georgie”. Ainda criança, ele gravou She Makes Me Mad, mostrando que já tinha presença musical antes da adolescência. Esse detalhe costuma surpreender quem só conhece a fase de Give Me the Night. Ver esse início ajuda a entender que sua carreira não nasceu de uma moda. Ela foi construída desde cedo, com palco, gravação e muita prática.
Outra marca de George Benson é cantar junto com os solos de guitarra. Esse recurso dá a sensação de que voz e instrumento são uma coisa só. Ele não foi o único a fazer isso, mas fez de um jeito muito reconhecível. Quando você ouve algumas frases, parece que a guitarra fala. Esse detalhe técnico virou parte de seu charme e também uma aula para músicos que estudam improviso com mais emoção. George Benson também teve uma fase ligada aos Beatles.
Em 1970, lançou The Other Side of Abbey Road, álbum com releituras de músicas do disco Abbey Road. Esse projeto mostra como ele sempre teve coragem de atravessar estilos. Em vez de tratar rock e jazz como mundos separados, ele juntou tudo com arranjos próprios. O resultado virou uma peça curiosa e importante dentro de sua discografia. Outra história interessante é sua ligação com Quincy Jones em Give Me the Night.
Quincy era um dos produtores mais respeitados do mundo e ajudou a criar um som moderno, dançante e fino. A faixa-título virou um dos maiores hits de George Benson. Esse encontro mostra como a escolha certa de parceiros pode mudar o rumo de uma carreira. Às vezes, uma colaboração bem feita abre uma nova porta.
O que faz atualmente?
George Benson segue vivo e ativo na música. Mesmo após tantos anos de carreira, seu nome continua em shows, festivais, relançamentos e projetos especiais. Ele não precisa provar mais nada, mas ainda desperta interesse porque sua obra tem valor real. Para quem acompanha jazz e soul, ver Benson em atividade é quase como ver uma parte da história tocando ao vivo. Isso torna cada nova fase ainda mais especial.
Nos últimos anos, George Benson lançou projetos que reforçam sua ligação com a tradição. Em 2019, saiu Walking to New Orleans, álbum em homenagem a Chuck Berry e Fats Domino. Em 2020, lançou o ao vivo Weekend in London, gravado no Ronnie Scott’s, clube clássico de jazz no Reino Unido. Esses trabalhos mostram que ele segue olhando para suas raízes e para artistas que ajudaram a formar seu som.
Em 2024, George Benson apareceu com Dreams Do Come True: When George Benson Meets Robert Farnon, projeto lançado pela Rhino/Warner. O álbum reúne gravações com arranjos orquestrais ligados ao maestro Robert Farnon. A proposta trouxe uma face mais elegante e clássica de sua voz. Para fãs antigos, foi uma chance de ouvir Benson em clima refinado. Para novos ouvintes, virou uma boa porta de entrada para seu lado mais vocal.
Atualmente, George Benson também segue sendo muito ouvido em plataformas digitais como Spotify, Apple Music, YouTube Music e Deezer. Suas músicas aparecem em playlists de jazz, soul, quiet storm, disco e clássicos dos anos 1980. Se você quer começar agora, vá direto em Breezin’, This Masquerade, On Broadway, Give Me the Night e Turn Your Love Around. Em pouco tempo, dá para sentir por que seu nome ficou tão grande.

Discografia
| Tipo de Álbum | Título | Data de Lançamento | Faixas Principais |
|---|---|---|---|
| Estúdio | The New Boss Guitar of George Benson | 1964 | Shadow Dancers, Rock-A-Bye, Will You Still Be Mine? |
| Estúdio | It’s Uptown | 1966 | Clockwise, Summertime, A Foggy Day |
| Estúdio | The George Benson Cookbook | 1967 | The Cooker, Benny’s Back, All of Me |
| Estúdio | Giblet Gravy | 1968 | Along Comes Mary, Sunny, Giblet Gravy |
| Estúdio | Shape of Things to Come | 1968 | Footin’ It, Shape of Things to Come, Face It Boy, It’s Over |
| Estúdio | Tell It Like It Is | 1969 | Tell It Like It Is, My Woman’s Good to Me, Don’t Let Me Lose This Dream |
| Estúdio | The Other Side of Abbey Road | 1970 | Come Together, Something, Here Comes the Sun |
| Estúdio | Beyond the Blue Horizon | 1971 | So What, The Gentle Rain, Ode to a Kudu |
| Estúdio | White Rabbit | 1972 | White Rabbit, California Dreamin’, Little Train |
| Estúdio | Body Talk | 1973 | Body Talk, Dance, Plum |
| Estúdio | Bad Benson | 1974 | Take Five, My Latin Brother, Full Compass |
| Estúdio | Good King Bad | 1975 | Good King Bad, Em, One Rock Don’t Make No Boulder |
| Colaboração | Benson & Farrell | 1976 | Flute Song, Beyond the Ozone, Camel Hump |
| Estúdio | Breezin’ | 1976 | Breezin’, This Masquerade, Affirmation |
| Estúdio | In Flight | 1977 | Nature Boy, The World Is a Ghetto, Gonna Love You More |
| Ao vivo | Weekend in L.A. | 1978 | On Broadway, Weekend in L.A., Lady Blue |
| Estúdio | Livin’ Inside Your Love | 1979 | Livin’ Inside Your Love, Soulful Strut, Hey Girl |
| Estúdio | Give Me the Night | 1980 | Give Me the Night, Love X Love, Moody’s Mood |
| Estúdio | In Your Eyes | 1983 | In Your Eyes, Inside Love, Lady Love Me |
| Estúdio | 20/20 | 1985 | 20/20, No One Emotion, Nothing’s Gonna Change My Love for You |
| Estúdio | While the City Sleeps... | 1986 | Kisses in the Moonlight, Shiver, Love Is Here Tonight |
| Colaboração | Collaboration | 1987 | Mt. Airy Road, Mimosa, Brazilian Stomp |
| Estúdio | Twice the Love | 1988 | Twice the Love, Let’s Do It Again, Stephanie |
| Estúdio | Tenderly | 1989 | Tenderly, Stella by Starlight, At the Mambo Inn |
| Estúdio | Big Boss Band | 1990 | Without a Song, Ready Now That You Are, Big Boss Band |
| Estúdio | Love Remembers | 1993 | Love Remembers, I’ll Be Good to You, My Heart Is Dancing |
| Estúdio | That’s Right | 1996 | That’s Right, Song for My Brother, Cruise Control |
| Estúdio | Standing Together | 1998 | Standing Together, All I Know, Cruise Control |
| Estúdio | Absolute Benson | 2000 | The Ghetto, Deeper Than You Think, Hipping the Hop |
| Estúdio | Irreplaceable | 2003 | Irreplaceable, Cell Phone, Black Rose |
| Colaboração | Givin’ It Up | 2006 | Breezin’, Summer Breeze, Every Time You Go Away |
| Estúdio | Songs and Stories | 2009 | Don’t Let Me Be Lonely Tonight, Family Reunion, Living in High Definition |
| Estúdio | Guitar Man | 2011 | My One and Only Love, Danny Boy, Tenderly |
| Estúdio | Inspiration: A Tribute to Nat King Cole | 2013 | Mona Lisa, Unforgettable, When I Fall in Love |
| Estúdio | Walking to New Orleans | 2019 | Nadine, Walking to New Orleans, Rockin’ Chair |
| Ao vivo | Weekend in London | 2020 | Give Me the Night, Turn Your Love Around, In Your Eyes |
| Estúdio | Dreams Do Come True | 2024 | At Last, A Song for You, My Romance |
Conclusão
George Benson construiu uma carreira rara, feita de talento, treino e boas escolhas. Ele começou ainda criança, passou por clubes, bandas de jazz e estúdios, até se tornar um nome mundial. Sua história mostra que sucesso duradouro nasce de base forte. Ele não foi só um cantor de hits. Também é um guitarrista de alto nível, respeitado por músicos que estudam técnica, improviso e bom gosto.
O ponto mais forte de George Benson é sua capacidade de unir mundos. Ele levou o jazz para perto do pop, trouxe o soul para suas guitarras e fez músicas sofisticadas soarem simples. Isso não é fácil. Muitos tentam soar acessíveis e perdem profundidade. Benson fez o contrário: manteve a classe, mas criou canções que qualquer pessoa pode amar. Essa é uma das razões de seu impacto seguir vivo.
Também vimos que George Benson teve fases marcantes, como a parceria com Brother Jack McDuff, o sucesso de Breezin’, a força de Give Me the Night e os projetos mais recentes. Ele trabalhou com grandes nomes, venceu Grammys e recebeu honras importantes no jazz. Mesmo assim, sua maior vitória talvez seja outra: continuar sendo ouvido por novas gerações, em rádios, palcos e plataformas digitais.
Se você quer conhecer melhor George Benson, comece pelos discos mais famosos, mas não pare neles. Ouça também seus álbuns de guitarra, suas parcerias e seus trabalhos ao vivo. Assim, você percebe o tamanho real do artista. Ele é mais do que um nome clássico. É uma aula de música com alma, ritmo e elegância. E, para quem ama som bem feito, essa descoberta vale cada minuto.
Se você gostou de conhecer a história de George Benson, visite outros conteúdos do blog YessDJ e descubra mais artistas, músicas marcantes e curiosidades que ajudam você a ouvir cada faixa com outros olhos.
FAQ - George Benson
Quem é George Benson?
George Benson é um cantor, guitarrista e compositor dos Estados Unidos. Ele nasceu em Pittsburgh, em 22 de março de 1943, e ficou famoso por unir jazz, soul, R&B e pop.
Qual é a música mais famosa de George Benson?
Entre as mais famosas estão Give Me the Night, This Masquerade, On Broadway, Turn Your Love Around e Nothing’s Gonna Change My Love for You.
George Benson ganhou Grammy?
Sim. George Benson venceu 10 prêmios Grammy ao longo da carreira. Um dos mais marcantes foi Gravação do Ano por This Masquerade, em 1977.
George Benson ainda faz shows?
Sim. George Benson segue ativo na música, com projetos recentes, relançamentos e apresentações anunciadas em canais oficiais e casas de show.
George Benson toca qual instrumento?
George Benson é conhecido principalmente pela guitarra. Ele também canta e ficou famoso por unir a voz com as frases tocadas no instrumento.
Qual álbum tornou George Benson mundialmente famoso?
O álbum Breezin’, de 1976, foi o grande marco comercial de George Benson. O disco trouxe This Masquerade e ajudou a popularizar seu nome no mundo.



