O instrumento musical é mais que um objeto: é quase um amigo novo. Ele pode mudar seu humor, sua rotina e até sua profissão. Mas, na hora de escolher, bate logo a dúvida: “e se eu me arrepender depois?”. Calma, isso é normal. Neste guia, você vai ver, passo a passo, como escolher sem medo. Vamos falar de tipo de som, tamanho, conforto, preço, marca e até como cuidar bem do seu novo parceiro de palco.
Muita gente acha que precisa saber teoria musical para escolher bem. Não precisa. Você só precisa entender o que gosta de ouvir, quanto pode gastar e como vai usar o instrumento no dia a dia. E, claro, entender o básico de cada opção. Violão, guitarra, teclado, bateria, controladora de DJ, cada um tem seu jeito, seu uso e seu “estilo de vida”. Ao longo do texto, vou te mostrar como sentir isso na prática.
Outro ponto é a confusão entre o “instrumento dos sonhos” e o “instrumento certo para agora”. Às vezes, você ama ver bateristas em shows, mas mora em apartamento pequeno e com vizinhos irritados. Ou sonha com um piano acústico gigante, mas não tem espaço nem grana. Isso não é o fim do mundo. Dá para achar uma boa saída no meio do caminho, como bateria eletrônica, teclado, ou até controladora conectada ao notebook.
Por fim, vamos falar de algo que quase ninguém explica direito: como as reviews na internet, o atendimento na loja, a marca, a manutenção e o clima da sua cidade (sim, isso mesmo) influenciam na vida do seu instrumento musical. No final, você vai ter clareza para escolher, cuidar e evoluir, sem cair em ciladas de marketing ou modinha de rede social. Fica até o fim e, depois, dá uma olhada em outros conteúdos da YessDJ para continuar essa jornada musical.

Como começar a escolher seu instrumento musical (sem travar)
O primeiro passo para escolher seu instrumento musical é olhar para a sua rotina real. Pergunte a si mesmo: você tem tempo para estudar? Tem espaço em casa? Pode fazer barulho? Esses detalhes parecem simples, mas mudam tudo. Por exemplo: morar em apartamento pequeno com parede fina pode deixar bateria acústica quase impossível. Já um teclado com fone de ouvido ou uma controladora de DJ ligada no notebook pode funcionar bem melhor.
Outra dica é pensar no tipo de som que você gosta de ouvir todos os dias. Curte mais rock, pagode, sertanejo, eletrônica, rap, gospel ou MPB? Cada estilo costuma ter instrumentos que aparecem mais. Violão e voz estão em quase tudo, mas guitarra é forte no rock, cavaquinho no pagode, teclado no gospel, controladora no mundo DJ. Isso não é regra fechada, mas já ajuda você a imaginar como quer se ver tocando.
Também é bom olhar seu objetivo: você quer tocar só por hobby? Quer gravar beats? Quer tocar em igreja? Quer virar DJ e tocar em festa e balada? Quer fazer cover no YouTube ou TikTok? Cada meta pede um caminho um pouco diferente. Para hobby, você pode ir pelo que te dá mais prazer logo de cara. Para tocar em banda, talvez precise pensar no que falta no grupo. Para ser DJ, pode focar em controladora, fones e software desde o início.
Se ainda estiver muito perdido, uma boa saída é testar “na cabeça”: feche os olhos e se imagine tocando. Você se vê em pé com uma guitarra? Sentado no piano? Na bateria, mexendo braços e pernas? Na cabine, comandando a pista com uma controladora e um notebook? Essa pequena visualização pode parecer boba, mas ajuda muito a entender qual instrumento musical combina com sua energia e com o jeito que você gosta de se mover.
Como descobrir qual instrumento combina com você de verdade
Para saber qual instrumento musical é “a sua cara”, comece pelas suas referências. Pense nos artistas que você mais gosta. Quando vê um show, qual músico te prende mais? O guitarrista, o baterista, o tecladista, o DJ, o cantor com violão? Geralmente, essa resposta já dá um sinal forte do caminho. Não é regra, mas é um ótimo ponto de partida para não escolher algo só porque está barato ou na moda.
Outro ponto é o tipo de esforço que você aceita encarar. Bateria pede coordenação de braços e pernas. Violino e instrumentos de arco exigem muita paciência com afinação. Canto pede cuidado com a voz e respiração. Controladora de DJ pede ouvido atento, ritmo e vontade de mexer com tecnologia. Se você gosta de mexer em computador, software, luz, efeitos, talvez o mundo DJ e de produção musical faça mais sentido que um instrumento clássico.
Também vale pensar no tamanho e no peso do instrumento. Se você anda muito de transporte público, carregar um teclado grande todo dia pode virar um problema. Violão, guitarra e cavaquinho podem ser mais tranquilos. Controladoras menores também ajudam bastante. Se você quer tocar em igrejas, bares ou eventos, veja o quanto está disposto a carregar de cabo, pedal, amplificador, notebook e tudo mais.
Por fim, lembre: você não precisa escolher “para sempre” agora. Muita gente começa num instrumento musical e, com o tempo, muda ou soma outros. Você pode iniciar no violão para entender ritmo e harmonia, e depois ir para guitarra ou baixo. Pode começar numa controladora simples e, aos poucos, ir para setups mais complexos. O importante é dar o primeiro passo com algo que te anime a estudar e não vire peso morto encostado no quarto.

Preciso saber teoria para escolher um bom instrumento?
Não, você não precisa saber teoria para escolher seu primeiro instrumento musical. Mas entender o básico ajuda na hora de decidir. Você já sabe o que é grave e agudo? Sabe diferenciar um som limpo de um som mais “cheio” ou “rasgado”, como guitarra distorcida? Esses detalhes simples, que qualquer um percebe ouvindo, já ajudam a escolher algo mais alinhado com o som que você ama ouvir no dia a dia.
Muita gente trava achando que precisa “entender tudo” antes de comprar qualquer coisa. Só que, na prática, é tocando que você vai aprender. O segredo é não cair em papo de vendedor que usa termo difícil para te impressionar. Se alguém começa a falar de mil siglas técnicas e você não entende nada, peça para traduzir em linguagem simples. Se a pessoa não consegue explicar, talvez não seja um bom lugar para você comprar seu instrumento musical.
Em vez de focar na teoria, foque em perguntas simples quando for ver um instrumento:
- É confortável segurar ou tocar?
- O som te agrada, mesmo que você toque só uma nota ou acorde?
- Você consegue imaginar estudando aquilo por meia hora sem cansar?
- O acabamento parece bem feito, sem peças soltas ou tortas?
Outra dica é levar alguém um pouco mais experiente, se puder. Não precisa ser um grande músico, só alguém que já tenha um pouco de contato com som ou com o tipo de instrumento musical que você está buscando. Essa pessoa pode testar, ouvir ruídos estranhos, ver se a afinação segura um pouco e te ajudar a fugir de produto com cara de “brinquedo” disfarçado de instrumento sério.
Reviews ajudam mesmo na hora de comprar?
Hoje em dia, review é quase obrigatório antes de comprar qualquer instrumento musical. Vídeos no YouTube, shorts, TikTok e posts no Instagram podem mostrar som, tamanho real, recursos e limitações que a loja nem sempre fala. O lado bom é que você consegue ver diferentes pessoas tocando, em estilos variados, usando o mesmo modelo em situações reais: em casa, no palco, em igreja, em estúdio ou em festa.
Mas tem um cuidado importante: review é sempre opinião. E opinião vem cheia de gosto pessoal. Um guitarrista de rock pesado pode achar uma guitarra ótima, mas um músico de MPB pode achar a mesma guitarra “dura” ou estranha. Por isso, use reviews como guia, não como verdade absoluta. Veja vários canais, compare, e dê mais atenção para quem mostra defeitos e não só fala bem do instrumento musical o tempo todo.
Também vale olhar comentários de quem comprou em sites grandes, como Mercado Livre, Amazon, Magazine Luiza, Americanas e lojas especializadas brasileiras, tipo Made in Brazil, Playtech, Serenata, Multisom, entre outras. Veja se muita gente reclama da mesma coisa: problema de afinação, peças que quebram rápido, ruído estranho, envio ruim. Quando várias pessoas apontam o mesmo erro, é sinal de alerta.
Por fim, desconfie de review muito perfeito, com cara de propaganda. Hoje, muitas marcas pagam para influenciadores falarem de instrumento musical, controlador ou equipamento. Isso não é errado, mas você precisa ficar atento. Prefira criadores que avisam quando o vídeo é patrocinado e mesmo assim mostram pontos fracos, com sinceridade. E, se puder, sempre tente testar pessoalmente antes de fechar a compra, mesmo depois de ver várias reviews.

Preço do instrumento: quanto ele realmente importa?
O preço de um instrumento musical importa, sim, mas não é tudo. Existe uma diferença entre “barato demais”, “bom custo-benefício” e “caro sem sentido”. No Brasil, impostos e dólar alto deixam muita coisa mais cara. Por isso, nem sempre o melhor é o top de linha. Muitas vezes, um modelo intermediário de uma marca confiável vai ser mais inteligente que um modelo de luxo que você não consegue pagar nem cuidar direito.
Instrumento muito barato, de marca desconhecida, costuma ter alguns problemas: afinação que não segura, peças frágeis, madeira ruim e som pobre. Em muitos casos, você desanima de estudar porque briga demais com o instrumento. Por outro lado, não faz sentido parcelar por anos um instrumento musical caríssimo se você nem sabe se vai levar isso a sério. O ponto é achar um equilíbrio saudável entre qualidade mínima e o que cabe no seu bolso.
Algumas marcas são conhecidas por oferecer boa relação custo-benefício no Brasil, como Yamaha, Tagima, Giannini, Memphis, Michael, entre outras, dependendo do tipo de instrumento. Não são as únicas, mas aparecem muito nas lojas e reviews. O ideal é sempre comparar: veja um modelo de entrada, um intermediário e, se puder, teste os dois. Às vezes, a diferença de preço para algo um pouco melhor é pequena, mas a melhora na tocabilidade é enorme.
Uma boa estratégia é pensar não apenas no preço do instrumento musical, mas no “pacote completo”:
- Você vai precisar de case ou bag?
- Cabo, suporte, pedal, amplificador, fones de ouvido?
- Software, no caso de controladoras e produção?
- Manutenção futura (troca de cordas, regulagem, limpeza)?
Quando coloca tudo na conta, você faz uma escolha mais honesta com a sua realidade e evita surpresa depois.
Melhor testar na loja ou comprar online?
Se você puder, o ideal é fazer as duas coisas com o mesmo instrumento musical: pesquisar online e, se possível, testar em loja física. Na internet, você vê preço, review, ficha técnica, comparação entre marcas e modelos. Em loja, você sente o instrumento na mão, ouve o som ao vivo, percebe peso, acabamento e conforto. Em cidades grandes, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, isso é mais fácil, porque tem mais lojas especializadas.
Para quem mora longe de grandes centros, a internet vira quase única saída. Nesse caso, é ainda mais importante ver review em vídeo, ler comentários e checar a reputação da loja no Reclame Aqui. Também é bom escolher lojas com boa política de troca e devolução, para o caso de o instrumento musical chegar danificado ou muito diferente do esperado. Muitos e-commerces no Brasil já oferecem isso, mas vale ler as regras com calma.
Na loja física, não tenha vergonha de testar, mesmo que você saiba tocar só uma notinha. O vendedor está acostumado com iniciantes. Peça para ligar no amplificador, testar com fone, mexer nos botões. Veja se o braço do violão ou da guitarra é confortável, se o teclado responde bem ao toque, se a controladora tem botões firmes. Ouça barulhos estranhos, chiados e folgas. Isso é algo que nenhum anúncio mostra direito.
Uma dica é usar a loja física como “laboratório” e a internet para buscar o melhor preço do mesmo instrumento musical depois, se a loja não conseguir chegar perto do valor. Mas tente sempre negociar: muita loja baixa o preço quando você mostra uma oferta online de lugar confiável. Assim, você une o melhor dos dois mundos: teste ao vivo e economia na compra.

Como cuidar bem do seu instrumento por muitos anos
Cuidar bem do seu instrumento musical é quase tão importante quanto escolher o modelo certo. No Brasil, temos calor, umidade, poeira e, em muitas cidades, varação forte de temperatura. Tudo isso afeta madeira, ferragens, colas e eletrônica. Por isso, o básico é sempre guardar o instrumento em case ou bag, longe de sol forte, chuva, lugares muito úmidos ou muito quentes, como perto de janela ou fogão.
Para instrumentos com cordas (violão, guitarra, baixo, cavaquinho), limpe sempre as cordas e o braço após tocar, com pano seco e macio. Isso aumenta a vida útil das cordas e evita ferrugem. Para teclado e controladora, mantenha as teclas e pads limpos, sem poeira acumulada. Nunca use produto forte, só pano levemente úmido e, se possível, algum produto próprio para limpeza de instrumento musical, seguindo a orientação do fabricante.
Outro ponto importante é a regulagem. Guitarras, baixos e violões precisam, de vez em quando, de ajuste no braço, altura das cordas e oitava. Em cidades úmidas, isso pode ser mais frequente. Procure um luthier ou técnico de confiança na sua região. Pergunte em escolas de música, igrejas, estúdios e grupos de músicos da sua cidade. Pagar por uma boa regulagem, de tempos em tempos, pode deixar um instrumento simples muito mais gostoso de tocar.
Por fim, tome cuidado com transporte. Nunca jogue seu instrumento musical no porta-malas sem proteção. Use sempre bag acolchoado ou case rígido, dependendo da necessidade. Em viagens longas de ônibus ou avião, use etiqueta com seu nome e contato. Se tocar em festas e baladas, use capas que protejam bem de chuva, bebida e queda. Cuidar bem do seu equipamento faz ele durar mais e, de quebra, valoriza caso um dia você queira vender.
E se eu me arrepender da escolha? Dá para trocar de caminho
Mesmo escolhendo com cuidado, pode ser que você compre um instrumento musical e, depois de um tempo, sinta que não era bem aquilo. Isso é mais comum do que parece. O importante é não encarar isso como fracasso. Você aprendeu coisas no processo: entendeu melhor seu gosto, sua rotina, suas dificuldades. Esse aprendizado vai te ajudar muito na próxima escolha, seja para trocar de instrumento, seja para somar outro ao que você já tem.
Uma saída é usar esse primeiro instrumento como “ponte”. Você pode estudar o básico, criar ritmo, treinar ouvido e entender se gosta mesmo de tocar. Quando sentir que está na hora, pode vender, trocar ou guardar como reserva. Muitos músicos profissionais hoje começaram em um instrumento musical simples, até meio ruim, e depois foram melhorando o setup aos poucos, conforme ganhavam experiência e, às vezes, até dinheiro com a música.
Também vale lembrar que habilidades musicais se conversam. Se você aprendeu violão e depois vai para guitarra, muita coisa é parecida. Se começou em teclado, vai entender melhor harmonia e isso ajuda na produção musical, em controladoras e softwares. Se começou como DJ, vai afinar seu ouvido para batida, mixagem e sensação de pista, o que ajuda muito se mais tarde quiser produzir suas próprias músicas.
O ponto central é: não fique parado com medo de errar. Pior que escolher um instrumento musical não tão ideal é nunca começar nada. Se puder, comece com algo que caiba no seu bolso, tenha qualidade mínima e faça seus olhos brilharem. O resto você ajusta com o tempo, com novas compras, vendas, trocas, upgrades e, claro, com muito estudo e prática.

Conclusão
Ao longo deste guia, você viu que escolher um instrumento musical não precisa ser um bicho de sete cabeças. O segredo é olhar para sua vida real: tempo, espaço, grana, vizinhos, objetivo. Depois, juntar isso com o tipo de som e de artista que você mais ama. Com essas peças, você já tem um mapa muito mais claro para decidir o primeiro passo sem cair em propaganda vazia ou modinha passageira de rede social.
Você também viu que não precisa ser expert em teoria para fazer uma boa escolha. Basta ter atenção a conforto, som, acabamento e reputação da marca e da loja. Reviews ajudam, mas devem ser vistos como guia, não como verdade absoluta. O ideal é combinar internet e loja física sempre que der, testando o instrumento musical ao vivo e, depois, buscando o melhor preço com segurança em sites confiáveis.
Falamos ainda sobre preço, custo-benefício e cuidados básicos. Aprendeu que barato demais pode sair caro, mas que também não faz sentido se afundar em dívidas com equipamento top de linha logo no começo. Melhor é ir crescendo aos poucos: primeiro um instrumento honesto, depois upgrades e acessórios, e sempre manutenção em dia para que tudo dure e continue soando bem, mesmo com o clima maluco do Brasil.
Agora é com você. Use o que aprendeu aqui para dar o primeiro passo ou para ajustar sua próxima compra de instrumento musical. E, se você curte o universo de DJ, produção, som ao vivo e tecnologia musical, vale muito a pena navegar em outros conteúdos da YessDJ. Lá você encontra guias, dicas de equipamentos, tendências e tutoriais que vão te acompanhar do início até os palcos – ou até a pista cheia.
FAQ - Como escolher seu instrumento musical
Qual o melhor instrumento musical para começar do zero?
O melhor é aquele que junta três pontos: você gosta do som, consegue pagar e consegue praticar na sua rotina. Violão, teclado e controladora de DJ de entrada são opções comuns no Brasil, porque servem para muitos estilos, têm muito material grátis na internet e não exigem tanto espaço.
Preciso ter ritmo para aprender um instrumento musical?
Não. Ritmo se treina. Algumas pessoas têm mais facilidade, mas qualquer um pode melhorar com prática. Usar metrônomo, tocar junto com músicas simples e fazer exercícios básicos ajuda muito. Para DJs, treinar batida no fone e contagem de tempo é ainda mais importante, mas também é algo que se aprende.
Com quanto dinheiro dá para comprar um bom instrumento musical de entrada?
Depende do tipo. Geralmente, violões, teclados simples e controladoras de entrada custam menos que pianos acústicos ou baterias. O ideal é definir um teto, pesquisar marcas confiáveis e fugir de produtos com cara de brinquedo. Muitas vezes, é melhor pagar um pouco mais em algo durável do que pegar o mais barato possível.
De quanto em quanto tempo preciso fazer manutenção no instrumento?
Vai depender do uso, do clima da sua cidade e do tipo de instrumento musical. Cordas costumam precisar de troca com certa frequência. Guitarras, baixos e violões podem pedir regulagem anual ou sempre que o clima muda muito. Teclados e controladoras pedem mais limpeza e cuidado com poeira e líquidos do que regulagem pesada.
Dá para aprender sozinho pela internet?
Sim, muita gente aprende sozinha hoje com vídeos, cursos online e tutoriais. Mas um professor, nem que seja por um tempo, acelera o processo, corrige vícios e te ajuda a tirar mais do seu instrumento musical. Você pode misturar os dois: aulas por um período e, depois, bastante estudo por conta própria.
Qual a idade certa para começar a tocar um instrumento?
Não existe idade certa. Crianças podem começar com instrumentos adaptados e professores preparados. Adultos e idosos também podem começar do zero e ter ótimos resultados. O que manda é vontade, constância e escolher um instrumento que faça sentido para a fase de vida em que você está.


