Aron Mellergårdh - Dirty Loops

Aron Mellergårdh: o motor do Dirty Loops

Aron Mellergårdh é um daqueles músicos que fazem você parar e pensar: “como isso é possível?”. Se você já viu um vídeo do Dirty Loops ao vivo, sabe do que estamos falando. A bateria parece falar, respirar e empurrar a banda para frente, sempre com energia e controle. E o mais curioso é que, mesmo quando tudo soa “difícil”, a sensação final é simples: groove bom, música boa, e você querendo dar play de novo.

Ele faz parte do Dirty Loops, um trio sueco que mistura pop, funk, jazz e soul com um nível absurdo de precisão. A banda nasceu em Estocolmo, na Suécia, e ficou famosa quando começou a postar covers super bem feitos no YouTube, no começo dos anos 2010. A partir dali, virou referência para músicos do mundo todo. Não foi sorte: foi treino, arranjo inteligente e uma execução limpa, que muita gente tenta copiar até hoje.

Chama atenção porque ele não toca “por cima” da música. Ele encaixa. Ele cria espaço, brinca com acentos e muda o peso do groove sem quebrar o flow. Isso é ouro para quem toca, para quem produz e até para quem só quer curtir. E tem um detalhe: no Dirty Loops, cada instrumento é muito presente. Então, se a bateria falha, todo mundo nota. Por isso, a consistência dele virou parte da “marca” da banda.

Também é um ótimo ponto de estudo se você quer melhorar na bateria de verdade. Você aprende sobre tempo, dinâmica, som, e como conversar com baixo e voz ao mesmo tempo. E se você está com pressa para evoluir, aqui vai um gatilho real: estudar um músico com material ao vivo, bem gravado e cheio de ideias te economiza anos de tentativa e erro. Você só precisa saber onde olhar.

Dirty Loops

Quem é Aron Mellergårdh?

Baterista sueco, conhecido mundialmente por ser integrante do Dirty Loops. Ele nasceu na Suécia e cresceu dentro de uma cena musical muito forte em educação, bandas e projetos ao vivo. A cidade mais associada à trajetória do grupo é Estocolmo, que é onde o Dirty Loops começou a ganhar forma. Esse contexto importa porque explica por que a banda soa tão “redonda”: existe uma cultura grande de tocar bem ao vivo.

Tem dados pessoais bem protegidos. Em fontes públicas mais comuns, a data de nascimento e a altura dele não aparecem de forma consistente e verificável. Então, para não inventar, vale a verdade simples: esses detalhes não são amplamente divulgados em canais oficiais ou entrevistas fáceis de checar. Mesmo assim, a relevância dele não depende disso. O que pesa é o impacto musical e a influência direta na bateria moderna.

Se tornou importante porque a bateria dele mistura técnica com musicalidade. Você ouve ghost notes, variações de chimbal, viradas rápidas e, ainda assim, a música continua dançável. Isso é raro. Em muitas bandas, a bateria vira só “força”. No Dirty Loops, ela vira parte do arranjo, como se fosse mais uma voz. E essa é uma das razões de o trio ser tão respeitado por músicos profissionais.

Aron Mellergårdh também é uma ponte entre mundos. Ele conversa com o pop, porque o Dirty Loops nasceu fazendo covers e releituras. Mas ele também conversa com o jazz e o fusion, pela complexidade e liberdade rítmica. Se você trabalha com produção, shows, igreja, barzinho, casamento ou palco grande, dá para tirar lições práticas do jeito dele tocar. E isso explica por que tanta gente busca o nome dele no Google e no Bing.

O que levou Aron Mellergårdh à carreira musical?

Entrou na música por um caminho bem comum na Suécia: prática, escola, bandas e muito palco. A região é conhecida por apoiar ensino musical e por ter uma cena que valoriza tocar bem ao vivo. Isso cria um tipo de músico que aprende cedo a ouvir o outro, a manter tempo firme e a respeitar arranjo. E bateria, nesse ambiente, não é só “bater forte”. É tocar com controle e intenção.

Aron Mellergårdh também ganhou força com um fator que hoje é impossível ignorar: internet. Quando o Dirty Loops começou a lançar vídeos no YouTube, a banda pegou uma rota direta para o público mundial, sem precisar “esperar” alguém escolher eles. A urgência aqui é clara: quem entende o jogo digital cedo, cresce mais rápido. E o Dirty Loops entendeu, porque entregou algo que muita gente não entregava: qualidade real, ao vivo, com som limpo.

Foi influenciado por música negra americana, pop moderno e linguagem de jazz/fusion, algo bem perceptível nas levadas e nos cortes secos que ele usa. Você sente a bateria “falando” com o baixo, e isso é típico de quem estudou groove de verdade. Não precisa saber o nome de todos os bateristas famosos para notar isso. Basta comparar: é diferente de uma bateria reta de pop comum. Aqui tem detalhe, mas sem perder o foco.

Aron Mellergårdh também foi puxado pela vontade de fazer algo fora do padrão. O Dirty Loops ficou conhecido por rearranjar músicas populares com harmonia e ritmo bem mais avançados. Isso exige coragem e treino, porque o público reconhece a música, mas espera surpresa. E a bateria é parte da surpresa. Para você que quer aprender, fica o benefício: estudar esse tipo de som aumenta seu vocabulário rítmico e te dá mais opções em qualquer estilo.

Infância e Formação

Ele não tem uma biografia pessoal super aberta em fontes fáceis, mas o resultado musical dele mostra sinais claros de formação forte. Quando você escuta a precisão ao vivo, a leitura rítmica e a consistência de timbre, você entende que existe estudo por trás. Não é só “talento”. É rotina. É repetição. É ouvir muito e tocar muito. E isso combina com a tradição sueca de ensino musical bem organizado.

Também parece ter desenvolvido cedo uma habilidade essencial: tocar simples quando precisa e complexo quando faz sentido. Muita gente aprende primeiro a encher de notas. Depois, com anos, aprende a deixar espaço. O Dirty Loops já nasceu com essa ideia de espaço bem clara. Isso indica maturidade musical desde a fase de formação. Você percebe isso no jeito como a bateria segura o groove enquanto voz e baixo fazem coisas bem melódicas.

Se destaca por controle de dinâmica, que é tocar com volumes diferentes sem perder o tempo. Isso costuma vir de prática com música ao vivo e estudo de técnica: mãos, pés, rebote e som. Se você toca bateria, sabe como é difícil tocar baixo e definido ao mesmo tempo. E se você não toca, ainda sente: a música fica mais gostosa, menos cansativa, e dá para ouvir cada instrumento sem briga.

Aron Mellergårdh também mostra uma “educação de banda”, que é outra forma de formação. É o tipo de músico que pensa no arranjo e não só no próprio instrumento. No Dirty Loops, isso é obrigatório, porque o trio é pequeno e todo mundo aparece. Então, você aprende uma lição útil: tocar bem não é tocar mais. É tocar melhor para a música. Essa mentalidade é parte do que fez o Dirty Loops virar referência.

Dirty Loops

Início da Carreira

Ganhou projeção global quando o Dirty Loops começou a chamar atenção com covers no YouTube, ali no começo da década de 2010. A banda foi formada em 2008, em Estocolmo, e por um tempo funcionou como um projeto com foco em releituras. O pulo do gato foi fazer algo que não era “só cover”: eram arranjos novos, cheios de groove, com cara de banda grande, mesmo sendo um trio.

Aron Mellergårdh teve um papel central nessa fase porque a bateria ajudava a “recontar” a música. Em versões como Just Dance, Baby e Rolling in the Deep, o Dirty Loops não só tocava bem: ele mudava o sentimento da faixa. E isso é uma forma de composição também. Nessa época, muita gente descobriu o grupo por recomendações e compartilhamentos, o que mostra como a música boa viaja rápido quando o material é forte.

Seguiu com o Dirty Loops em um caminho de lançamentos que consolidaram a banda além dos vídeos. Um marco importante é o EP Loopified (2012), que trouxe músicas autorais e mostrou que o trio não dependia só de releituras. Isso foi essencial para virar carreira de verdade: viver de música pede catálogo próprio. E, nesse catálogo, a bateria segue com assinatura clara: firme, criativa e muito “no bolso”.

Também viu a banda crescer sem mudanças conhecidas de formação. O Dirty Loops é famoso por ser um trio estável, com Jonah Nilsson (voz/teclas), Henrik Linder (baixo) e ele na bateria. Essa estabilidade ajuda muito, porque som de banda é conversa. Quanto mais tempo juntos, mais natural fica. Para você que tem banda, fica um alerta útil: consistência de formação e ensaio vale mais do que “trocar gente” toda hora.

Carreira Solo e Sucessos

Aron Mellergårdh não é conhecido por uma carreira solo grande e separada do Dirty Loops, pelo menos não em um formato bem documentado como “álbuns solo” em larga escala. E isso não é um problema. Muitos músicos de alto nível constroem a vida em banda, em shows, em gravações e em colaborações pontuais. Às vezes, o “sucesso” é ter um som reconhecível e tocar em alto nível por anos. Ele tem isso.

Brilha muito em material ao vivo e em vídeos, que é onde dá para ver a bateria de perto: som, pegada, postura e decisão. Isso vale como vitrine e também como aula. Hoje, muita gente estuda bateria por vídeo, e o Dirty Loops é uma mina de ideias. Você consegue treinar fraseado de chimbal, ghost notes e coordenação sem precisar adivinhar o que está rolando, porque as gravações costumam ser bem feitas.

Também aparece ligado a projetos do Dirty Loops com outros artistas, o que funciona como “expansão” de carreira. Um exemplo conhecido é o trabalho com Cory Henry em registro ao vivo (Live in Europe, lançado como colaboração). Esses encontros aumentam o alcance e mostram versatilidade. E para você que toca, tem um benefício direto: ver um baterista se adaptar a outro artista ensina como ser profissional, ouvir, e manter identidade sem atrapalhar.

Aron Mellergårdh é, acima de tudo, um músico de repertório forte. O Dirty Loops lançou músicas autorais que viraram referência para músicos e produtores, como Hit Me, Work Shit Out e Turbo. Mesmo sem “hit de rádio” tradicional, a banda tem um tipo de sucesso muito real hoje: relevância de nicho grande, com fãs fiéis, muitos streams e respeito no meio musical. Esse tipo de sucesso paga contas e constrói legado.

Quem é Aron Mellergårdh na Banda Dirty Loops

Baterista do Dirty Loops e, na prática, um dos pilares do som do trio. Como a banda tem só três pessoas, a bateria precisa preencher sem exagerar. Ela segura o tempo, dá energia e ainda cria pequenas surpresas rítmicas para manter o som vivo. Você percebe isso quando a banda muda de parte: ele sinaliza com viradas curtas, acentos e pausas que parecem “coladas” no vocal.

Trabalha muito colado no baixo do Henrik Linder. Isso é uma das assinaturas do Dirty Loops: baixo e bateria soam como uma coisa só, muito firmes, mesmo quando o arranjo é complexo. É o tipo de encaixe que faz o público balançar a cabeça sem perceber por quê. Se você quer um estudo prático, pega trechos de Hit Me e tenta marcar junto. Você vai sentir como o groove é “puxado” e “solto” na medida.

Aron Mellergårdh também ajuda a banda a navegar entre estilos sem perder a identidade. O Dirty Loops mistura pop, funk, R&B e jazz, mas não vira bagunça. A bateria é parte desse “controle”. Ele usa sons limpos, viradas rápidas e cortes secos, mas sempre volta para um lugar estável. Isso é importante porque, ao vivo, o público precisa sentir onde está o “um”. E ele deixa isso claro sem precisar tocar óbvio demais.

Não é só “o cara rápido”. Ele é o cara que dá peso para a música. E isso aparece na escolha de pratos, no jeito de abrir e fechar o chimbal e no cuidado para não atrapalhar a voz do Jonah Nilsson. Em trio, se você exagera, você derruba a música. Então, a função dele é musical e estratégica. Essa é uma das razões do Dirty Loops ter virado referência em performance ao vivo.

Dirty Loops

Reconhecimento e Prêmios

Aron Mellergårdh é muito reconhecido dentro do mundo dos músicos, mesmo que o Dirty Loops não seja uma banda de premiações pop tradicionais. O tipo de reconhecimento aqui é outro: vídeos que viralizam, comentários de músicos grandes, convites para festivais e uma base de fãs que acompanha cada lançamento. No cenário atual, isso pesa muito, porque a carreira também acontece fora da TV e do rádio.

Se beneficia do fato de o Dirty Loops ser sempre citado em conversas sobre “bandas que tocam demais”. Em fóruns, aulas, canais de música e listas de recomendações, o grupo aparece como exemplo de precisão e criatividade. Esse tipo de “prêmio informal” é forte porque vem de gente que toca e entende o trabalho. E quando você conquista músicos, você ganha uma reputação que dura mais tempo.

Também faz parte de uma banda que se manteve relevante por anos, o que já é um prêmio por si só. Muitos projetos estouram e somem rápido. O Dirty Loops continuou lançando música, fazendo shows e renovando o som. Isso mostra consistência. E consistência é uma das coisas mais difíceis na música. Você não precisa lançar toda semana, mas precisa manter qualidade alta quando lança. O trio manteve isso bem.

Tem impacto artístico porque ajudou a popularizar uma estética: pop com execução de músicos de alto nível, sem perder acessibilidade. Hoje você vê mais bandas e criadores tentando fazer algo parecido, com arranjos cheios e performance ao vivo bem gravada. Isso é influência direta. Se você cria conteúdo musical, vale a urgência: estudar o que o Dirty Loops fez no YouTube te dá pistas reais de como unir qualidade, identidade e alcance.

Vida Pessoal

Ele mantém a vida pessoal de um jeito bem discreto. Em fontes públicas comuns, não existem muitas confirmações sobre relacionamentos, família ou detalhes do dia a dia. E isso é normal: tem artista que prefere separar palco e vida privada. O que dá para afirmar com segurança é que ele é um músico muito ativo profissionalmente e que a imagem pública dele está ligada principalmente ao trabalho com o Dirty Loops.

Parece focar mais em performance e música do que em virar “celebridade”. Isso, para muita gente, é até um alívio. Você acompanha pelo som, não por fofoca. E se você é músico, isso vira um bom exemplo: reputação pode vir de entrega e consistência, não só de polêmica. O Dirty Loops construiu o nome assim, com vídeo bom, show forte e um nível técnico que chama atenção sem precisar de história inventada.

Aron Mellergårdh também representa um tipo de carreira moderna: menos entrevista e mais material gravado, com qualidade. Hoje, o que mais prova quem você é como artista é o que você entrega. Um vídeo ao vivo bem feito vale mais do que mil frases. E nesse ponto, ele está muito bem servido. Você encontra registros do Dirty Loops tocando com som claro, câmera boa e execução muito firme, que ajudam a entender a dimensão do trabalho.

Não é conhecido, de forma pública e confirmada, por envolvimento midiático forte com causas sociais específicas. Então, para não forçar, vale manter o foco no que é verificável: música, performance, disciplina e carreira com o Dirty Loops. Se você gosta de bastidor, o caminho mais seguro é acompanhar canais oficiais da banda e entrevistas pontuais. A regra é simples: melhor pouco e certo do que muito e inventado.

Curiosidades sobre Aron Mellergårdh

Aron Mellergårdh tem uma curiosidade que você percebe rápido: ele consegue fazer a bateria soar “apertada” e “solta” ao mesmo tempo. Apertada porque está tudo no tempo, muito alinhado. Solta porque o groove respira, com micro variações e acentos que dão vida. Isso é o tipo de coisa que parece pequena, mas muda tudo. É o detalhe que separa uma banda boa de uma banda memorável.

Também chama atenção pela limpeza. Mesmo em partes rápidas, dá para ouvir cada peça da bateria. Isso não é só mão rápida. É escolha de som, controle de volume e técnica. Se você grava em casa, essa dica vale ouro: quando você toca com dinâmica, a mix fica mais fácil. A bateria “entra” na música sem precisar de mil plugins. E o Dirty Loops é um ótimo estudo porque muita coisa já vem bem resolvida na execução.

Tem viradas que parecem “curtas demais”, e é isso que deixa tudo moderno. Ele não faz aquele caminho longo de tom-tons toda hora. Muitas vezes ele usa um corte, um acento, um flam, e pronto: a banda virou a página. Isso combina com pop e funk atuais, onde a música precisa andar rápido. Se você quer benefício direto, copie só as transições. Treine 10 minutos por dia e você vai sentir seu repertório crescer.

Também é parte de uma das histórias mais legais da música recente: uma banda que explodiu com covers, mas se sustentou com autorais. Muita gente viraliza e para. O Dirty Loops não. Isso mostra planejamento e visão. E a curiosidade final é simples: mesmo sendo referência, o trio ainda parece tocar com vontade, como se estivesse provando algo. Essa fome é o combustível que mantém uma carreira viva por tanto tempo.

Dirty Loops

O que faz atualmente Aron Mellergårdh

Segue ativo com o Dirty Loops, com foco em shows, lançamentos e presença digital. A banda continua sendo muito procurada por quem curte performance ao vivo e arranjos cheios de detalhe. Um ponto importante é que hoje o público descobre música por clipe, vídeo curto e streaming. E o Dirty Loops se encaixa bem nisso porque entrega “momento” forte: você assiste 15 segundos e já entende que tem coisa séria ali.

Também continua sendo estudado por bateristas no mundo todo. Isso acontece porque o material do Dirty Loops é útil: dá para tirar ideias de groove, coordenação e dinâmica. Para você que quer evoluir mais rápido, a urgência é real: quanto mais cedo você estuda gente boa, menos tempo você perde criando vícios. E estudar um trio é ainda melhor, porque você ouve cada detalhe com clareza, sem uma parede de instrumentos escondendo a bateria.

Acompanha uma fase em que bandas independentes conseguem viver com público fiel, mesmo sem estourar em rádio. Plataformas como Spotify e YouTube ajudam isso, e o Dirty Loops tem um catálogo que funciona muito bem nesse formato. Você coloca uma música como Work Shit Out e, quando percebe, já está ouvindo mais cinco. Esse tipo de retenção é o que mantém turnê, venda de ingresso e relevância. Não é barulho; é base sólida.

Tende a aparecer mais no palco e menos em polêmica, e isso é parte do charme. Se você quer acompanhar de perto, o melhor caminho é seguir os canais oficiais do Dirty Loops e procurar vídeos ao vivo recentes, porque é ali que a bateria dele realmente “fala”. E se você toca, faz um teste prático: pegue um trecho, desacelere, copie a mão direita e só depois adicione o pé. Em uma semana, você já sente diferença.

Discografia Aron Mellergårdh da Banda Dirty Loops

Tipo de álbumTítuloData de lançamentoFaixas principais
EPLoopified2012Hit MeSexy GirlsWake Up
EstúdioDirty Loops2014Hit MeSay GoodbyeThe Way She Walks
Ao Vivo / ColaboraçãoDirty Loops & Cory Henry – Live in Europe2018Hit Me (ao vivo), Work Shit Out (ao vivo), compilações ao vivo
EstúdioPhoenix2021Work Shit OutTurboNext to You

Observação rápida e importante: a lista acima foca nos lançamentos mais conhecidos e fáceis de verificar em plataformas grandes (Spotify/Apple Music/Discogs).

Conclusão

Aron Mellergårdh é um nome que vale seu tempo, seja você músico ou só fã de som bem feito. Ele virou referência porque junta duas coisas que quase nunca andam juntas: técnica alta e música gostosa de ouvir. No Dirty Loops, a bateria não fica escondida. Ela conversa com o vocal, se encaixa com o baixo e ainda abre espaço para o arranjo respirar. Isso é maturidade musical, não só velocidade.

Também mostra como uma carreira moderna pode crescer com internet e consistência. O Dirty Loops começou em 2008, ganhou o mundo com vídeos no início dos anos 2010 e provou que não era “moda” ao lançar músicas próprias e manter qualidade ao vivo. A banda não precisou trocar integrantes nem mudar de nome para se reinventar. Ela evoluiu mantendo identidade, o que é raro e muito valioso.

Aron Mellergårdh ensina, na prática, o que muita aula fala e pouca gente aplica: tempo, dinâmica e intenção. Você não precisa copiar tudo. Só de observar como ele marca o groove, como ele segura a onda nos versos e como ele faz transições curtas, você já melhora. E se você produz música, ele também é um estudo de timbre e de “arranjo de bateria”, porque cada som tem função e lugar.

Segue sendo um “motor” do Dirty Loops, e isso mantém o trio em um lugar especial: o de banda que músicos respeitam e que público comum também curte. Se você quer um próximo passo, escolha uma faixa como Hit Me ou Work Shit Out e ouça com atenção no chimbal e no bumbo. Você vai perceber detalhes novos a cada repetição. Esse é o sinal de um artista que entrega mais do que parece.

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FAQ - Aron Mellergårdh

FAQ

Quem é Aron Mellergårdh?

Aron Mellergårdh é um baterista sueco, conhecido principalmente por tocar no trio Dirty Loops, famoso por misturar pop, funk e jazz com performance ao vivo muito precisa.

Aron Mellergårdh é o baterista do Dirty Loops?

Sim. Aron Mellergårdh é o baterista do Dirty Loops e é parte central do som da banda, com grooves firmes, dinâmicos e cheios de detalhe.

Como o Dirty Loops ficou famoso com Aron Mellergårdh?

O Dirty Loops ganhou fama no começo dos anos 2010 com covers no YouTube, como Just Dance, Baby e Rolling in the Deep. A bateria de Aron Mellergårdh ajudou a dar identidade forte a essas releituras.

Qual é o estilo de bateria de Aron Mellergårdh?

O estilo de Aron Mellergårdh mistura groove de funk/R&B com liberdade de jazz/fusion, usando dinâmica, ghost notes e viradas curtas para manter a música viva sem perder o tempo.

Quais são as músicas mais conhecidas do Dirty Loops com Aron Mellergårdh?

Entre as mais citadas estão Hit Me, Work Shit Out, Turbo e Next to You. Elas mostram bem a “assinatura” de Aron Mellergårdh no encaixe com o baixo.

Aron Mellergårdh tem carreira solo?

Não existe uma discografia solo grande e fácil de verificar em fontes públicas. Aron Mellergårdh é mais conhecido pelo trabalho com o Dirty Loops e por registros ao vivo e colaborações do grupo.

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